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Da luta eu não fujo!

Margarida Alves – trabalhadora rural, sindicalista, nordestina e símbolo de resistência. Lutadora por direitos, como os de contratação com carteira assinada, pagamento do décimo terceiro salário, direito das trabalhadoras e dos trabalhadores cultivarem em suas próprias terras e de seus filhos e suas filhas frequentarem a escola.


Margarida Alves defendia o fim do trabalho infantil no campo brasileiro. No sindicato rural que coordenava, criou um programa de alfabetização para pessoas adultas através dos métodos de Paulo Freire.


A resistência de Margarida não suportou a tirania dos latifundiários. Mas ela deixou um enorme legado que foi cultivado por outras Margaridas - trabalhadoras rurais do campo, florestas e águas.


As Margaridas denunciam, mobilizam e organizam as mulheres rurais na luta contra a violência sexista, pela visibilidade da contribuição econômica das mulheres no trabalho do rural e pela consolidação de políticas públicas voltadas a elas; lutam pela soberania alimentar e pela transição agroecológica.


Em memória de Margarida Alves e de todas as lutadoras que nos antecederam, neste #8M o ObservaEduCampo do Vale do Rio Pardo deseja uma boa luta...até que todas as mulheres sejamos livres!


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